terça-feira, 19 de abril de 2016

ESTRUTURA DO LIVRO - Parte II

Dedicatória
Epígrafe
Prefácio 

entregar   21/04 2016




Estrutura do livro

  1. 1. ESTRUTURA DO LIVRO Edna Lucia Cunha Lima
  2. 2. ESTRUTURAEdição alternativapor Lucas Leonardo da Silva SantosEditora ESDI/UERJRio de Janeiro, RJ - BrasilNovembro de 2011. DO LIVRO Edna Lucia Cunha Lima
  3. 3. Copyright do texto e das ilustrações © 1998 Edna Lucia Cunha Lima CIP-BRASIL.CATALOGAÇÃO-NA-FONTEPublicado inicialmente no RIo de Janeiro, Brasil em 1998. SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Aluna Luana Maria - Surgimento da Poesia

Um pouco sobre o Surgimento da Poesia...

   Poesia é forma de expressão literária que surgiu simultaneamente com a Música, a Dança e o Teatro, em época que remonta à Antiguidade histórica na Grécia Antiga (séc. V ao VII a.c). Junto com os filósofos na Grécia antiga existiam os “adis”, que eram poetas que declamavam seus versos junto com música.
   Já havíamos formalizado a composição em prosa, e já havia se tornado comum escrituras de ampla estrutura e com magnífica coordenação. A questão era que qualquer destes não obtinha sucesso ao tentar passar a emoção e a amplitude de nossos anseios, dos mais profundos aos mais rasos. 
   Então se buscou alguma coisa que facilmente expressasse a beleza e a simplicidade da vida, das experiências pelas quais viveu e do que enxerga, desde a luz da lua em um crepúsculo obsoleto beijando o mar negro de uma paria de areias claras, aos pedaços de morango de um delicioso vermelho forte como sangue de um lanche ao cair da tarde, até os profundos olhos verdes de um exausto pescador.
   Só se é possível explicar todas estas coisas de modo único, por meio da poesia, porque assim como falava Cesário Verde, um extraordinário poeta Português que retratava o que via por meio da poesia: - "Eu pinto quadros com palavras..." E realmente pintava, suas poesias derramavam coloração, surrealismo, verdade, aflição, agonia, alegria, alvedrio e grandiosidade. 


terça-feira, 12 de abril de 2016

E-Book

Dica de modelo para criação do E-Book 

 ESTRUTURA DO LIVRO 

Edna Lucia Cunha Lima

quinta-feira, 7 de abril de 2016


Tecnologia e Educaçao

A tecnologia veio somar com a educação. poís ela vem com uma bagagem enorme e  ainda a uma certa resistâencia  por algumas pessoas. .Mas com o passar do tempo a humanidade está esclarecendo mais está observando o quanto e de suma importância na educação.  Dan silva

terça-feira, 5 de abril de 2016

A importância da informática


Realidade e cotidiano, dois fatos que se misturam. Parece óbvio? Não se

pensarmos assim...

Segundo o dicionário Aurélio da língua portuguesa realidade é uma

condição do real e cotidiano refere-se àquilo que é habitual. A junção

destas duas posições pode nos passar despercebida devido aos

debandados apuros em relação ao tempo, que vivenciamos dia pós dia,

com intensidade cada vez maior.

Pensar assim nos remete à tecnologia. Realidade e cotidiano são

favorecidos com os disparados avanços tecnológicos e na educação não é

diferente. Sabemos que a superfluidade de informação não gera

conhecimento; é preciso inocular-se ao que se deseja permitir e aprender.

A informática abre suas portas de modo que isso se torna possível e com

uma efetividade além do comum em relação às épocas passadas.

A informática veio para somar à educação, dispondo de diversas

ferramentas que tornam nosso cotidiano mais prazeroso e exequível. Em

uma era informatizada, a Escola tem por necessidade a adequação.

Conteúdos antes disponibilizados em sala de aula e através das

bibliotecas, hoje alcançam de forma ampla os diversos meios e recursos

da informatização, abarcando uma aprendizagem inovadora, adequada à

nova identidade da atual geração, além de difundirem de forma ágil o

conhecimento e dentro da área educacional dando apoio às matérias e

conteúdos lecionados.

Mestres e aprendizes se esbaldam e se rendem às facilidades e

transformações oferecidas pelo mundo virtual, cada vez mais introduzido

em nosso meio, proporcionando e despertando uma postura crítica e

principalmente a autonomia, tão importante para o desenvolvimento

intelectual de cada um.

Tecnologia na Educação: quanto e como utilizar

Tecnologia na Educação: quanto e como utilizar
A escola deve se valer cada vez mais de recursos que facilitam a comunicação e o acesso à informação sem, porém, se tornar refém deles.

 As tecnologias de informação e comunicação (TIC) estão transformando a vida em sociedade, mudando os serviços e equipamentos usados em casas, indústrias, empresas, lojas, escritórios, bancos e hospitais. É ilusório imaginar que elas não interferirão cada vez mais nas escolas, cuja função, é claro, inclui informar e comunicar. Mas quanto e de que forma lançar mão delas? Essa é uma questão discutida em todo o mundo. Já tratamos do tema nesta coluna, quando sugerimos às redes de ensino o uso delas para simplificar a rotina de educadores e escolas, como no controle de frequência e desempenho de alunos. 

Ao discutir o assunto, é preciso lembrar a disparidade de condições entre as escolas do país, pois, enquanto algumas já trocam por
 tablets os notebooks com que os alunos acessam a internet e a intranet, outras carecem de meios elementares, como espaço - mas fazem um trabalho digno nas condições em que atuam. 

Não esqueçamos que discussões em torno de recursos técnicos são antigas, como usar ou não calculadoras ao estudar aritmética, questão que pode se repetir agora, com relação à utilização do editor de texto no aprendizado de ortografia. Evitemos, contudo, posicionamentos radicais, pró ou contra. O essencial, naturalmente, é que o tecnológico esteja a serviço do pedagógico, e não o contrário.
 

Certos recursos devem ser rapidamente incorporados ao instrumental educativo, pois permitem, por exemplo, ver células vivas em três dimensões, observar galáxias distantes por meio de um telescópio em órbita e acessar exposições de arte e ciência em museus de todo o mundo. Em janeiro, em Londres, uma feira mostrou as mais recentes novidades em tecnologia voltada à Educação, que ainda não estão, obviamente, disponíveis nas redes brasileiras
 (leia a reportagem). No entanto, escolas públicas já contam com telões, retroprojetores e, mais recentemente, tablets - e não é justo negar aos nossos jovens oportunidades de contato com o conhecimento universal, pois o custo disso é cada vez menor. 

À medida que a nova cultura de comunicação vai sendo incorporada à vida escolar, uma série de procedimentos de rotina se altera para melhor, assim como outros surgem. Pode-se incrementar a comunicação entre escolas e famílias, de certa forma restaurando um diálogo que foi maior no passado. Outra possibilidade é partilhar com estudantes ou entre eles orientações e sugestões de trabalho. Além disso, fica facilitado o intercâmbio entre escolas de diversas regiões e mesmo de diferentes países, contribuindo para a formação de uma cidadania global, em que ocorram intercâmbios culturais contínuos e o exercício de solidariedade em desastres naturais e outras situações críticas. Trata-se, enfim, de inserir a escola em uma inevitável transformação de alcance mundial, mais do que levá-la a aderir a uma tendência transitória.
 

Ao educar para o uso dessas tecnologias, há aspectos que são de natureza socioafetiva, e não simplesmente cognitiva. Um jovem que tenha centenas de "amigos ou seguidores" numa rede social pode carecer de amigos com quem partilhe sentimentos olhando nos olhos, troque observações sobre questões sociais ou ambientais e faça arte, experimentações ou esportes coletivos.
 

Por isso, a escola deve ser um contraponto real ao mundo virtual, promovendo aulas participativas, projetos sociais, grupos teatrais, hortas coletivas e campeonatos esportivos, além de manter seus laboratórios sempre abertos. Nem tudo é possível ao mesmo tempo, mas em cada atividade as tecnologias estarão a serviço da vida escolar, que, sem ser sua refém, se beneficia delas. Seria impensável, isso sim, ignorar a onda tecnológica que nos alcança. Se não aprendermos a surfar nela, acabaremos submergindo.


Fonte: revistaescola.abril.com.br

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Tecnologia da Educação



A cada ano que passa a tecnologia está mais presente ao nosso redor, principalmente no dia a dia dos jovens, na qual, são os mais influenciados e que nasceram já conectados com a era virtual. A partir disso, a tecnologia se torna um desafio para a educação e o educador, pois ela já não é mais um meio opcional, e sim, um novo recurso a favor de um ensino atualizado.


O seu uso pode ser muito proveitoso dentro de uma sala de aula, a tecnologia pode trazer novos métodos de ensinar o aluno a matéria, como exemplo: interatividade com conteúdos e atração para participar das discussões construídas no decorrer da aula.  


A tecnologia trouxe para nós educadores, uma nova possibilidade de passar o conteúdo de maneira em que atraia os jovens em aprender um assunto que para eles seja difícil e assim, se tornar mais fácil para absorver. Com isso os professores, as escolas, devem estar preparadas para essa transformação, para a inclusão da tecnologia dentro da educação, com limites que sejam favoráveis para os educadores e alunos.


domingo, 3 de abril de 2016

Informática no Ambiente Escolar

Um dos aspectos mais importantes é que a informática vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário educacional. Sua utilização como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre nós. Nesse sentido, a educação vem passando por mudanças estruturais e funcionais frente a essa nova tecnologia.

A informática educacional tem como objetivo permitir aos alunos o contato com este mundo informatizado, sendo mais um recurso para haver uma aprendizagem mais prazerosa, através de softwares educativos com conteúdos trabalhados em sala de aula pelo professor.

Trabalhar com o computador é uma possibilidade de ampliar e diversificar a prática pedagógica. O computador possibilita a utilização de estratégias que não se restringem ao simples uso e manuseio de uma máquina.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), a escola faz parte do mundo e para cumprir sua função deve estar aberta a incorporar novos hábitos, comportamentos, percepções e demandas.

Considerando ainda a rapidez com que se dá a produção de conhecimento e a circulação de informações no mundo atual, a incorporação das inovações tecnológicas irá contribuir para a melhoria da qualidade na educação. Contudo, a simples presença das tecnologias na escola não é, por si só, garantia dessa maior qualidade.

Segundo o PCN, a tecnologia deve ser usada na escola para ampliar as opções didáticas do educador, com o objetivo de criar ambientes de ensino e aprendizagem que favoreçam a postura crítica, a curiosidade, a observação e principalmente a autonomia do aluno.

O educador continua sendo quem planeja e desenvolve as situações de ensino a partir do conhecimento que possuem e dos processos de aprendizagem, desta vez utilizando a ferramenta tecnológica como mais um recurso para ensinar e aprender. Ele é responsável pelos processos que desencadeia para promover a construção de conhecimentos, e nesse sentido é insubstituível.

A tecnologia deve ser utilizada como recurso para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares, não somente para ensinar programas de informática, pois o objetivo não é formar técnicos em informática.

O ideal é estabelecer objetivos pedagógicos para que as atividades tenham significados e façam do laboratório uma extensão da sala de aula, um verdadeiro ambiente de aprendizagem.

Segundo Fróes (apud LOPES, 2002), a tecnologia sempre afetou o homem: das primeiras ferramentas, por vezes consideradas como extensões do corpo, à máquina a vapor que mudou hábitos e instituições, ao computador que trouxe novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia nos transportando ou mesmo nos substituindo em determinadas tarefas, os recursos tecnológicos ora nos fascinam, ora nos assustam...

De acordo com Borba (2001, p.46), quando coloca “seres humanos – com – mídias” dizendo que “os seres humanos são constituídos por técnicas que estendem e modificam o seu raciocínio e, ao mesmo tempo, esses mesmos seres humanos estão constantemente transformando essas técnicas”.

Para Flores (1996), "a informática deve habilitar e dar oportunidade ao aluno de adquirir novos conhecimentos, facilitar o processo ensino/aprendizagem, enfim ser um complemento de conteúdos curriculares visando o desenvolvimento integral do indivíduo”.

O autor ainda coloca que mesmo diante desta nova realidade e do avanço da informática, o professor deve repensar sobre sua prática, utilizando a tecnologia ao seu favor.

É preciso que a escola mobilize seu corpo docente sobre a importância da informática educacional.

Mobilizar o professor significa mudança de paradigmas, acreditar que a tecnologia é sua aliada na construção da sua prática, isto não o tornará um especialista na área, mas é preciso criar condições e querer se apropriar deste conhecimento, para saber usá-lo adequadamente em seu dia a dia com o aluno.

O importante é que o professor se sinta como uma peça participativa do processo, seja parte integrante da construção deste novo conhecimento, se atualizando constantemente e criando novas estratégias de aprendizagem e enfrentando estes novos desafios.

Por: Maiara Barbosa Monteiro da Silva